
Enquanto o Zé Povinho se esfalfa para pagar o imposto, há quem trate de ganhar à conta do Erário. Ver tudo aqui. Em Portugal não há nada disto?
s.m. (do latim exactore). Aquele que exige o que é devido; colector de impostos e de contribuições; funcionário que arrecada dinheiro, faz pagamentos; aquele que comete exacções.












Esta revista portuguesa de 1961 nasceu em Maio e desapareceu em Julho (teve treze números). Foi uma criação de Adolfo Simões Müller. As revistas tinham um formato "Berliner" e lembro-me muito bem de saboreá-las (repetidamente) em casa dos meus pais (onde estarão agora?). Tinham umas séries fantásticas e foi com esta que conheci os intrépidos "Blake & Mortimer" de Jacobs. Tudo aqui.

Não consigo perceber qual a utilidade das despesas militares que, principescamente, o Estado português vai realizando. Ora, de acordo com a consulta de alguns contratos:




... lembro-me dos célebres episódios da vida de Stuart Carvalhais. Há uns largos anos, um familiar contou-me que, certa vez, encontrou o Stuart na Brasileira. Estavam em conversa, até que, a certa altura, chega um amigo do meu Tio. Meu Tio, em jeito de apresentação refere: "meu caro Stuart, aqui lhe apresento o Senhor Couto Rosado". Ao que Stuart, sempre irónico responde: "Irra, que esse couto conheço-o muito bem"!

As personagens na BD falam através daquilo que chamamos os balões (os italianos chamam-no de fumetti). Esta forma de diálogo remonta aos frescos mortuários egípcios e não é exclusiva da BD. Actualmente, os balões nada mais representam que a ideogramaticalidade da livre expressão animada...

