sábado, 19 de janeiro de 2008

Olissipografia 54



Finalmente assentei arraiais provisórios na zona oriental de Lisboa. Iniciarei, como é óbvio, uma exploração aturada da história do local. O confrade Bic Laranja pode refrescar-me previamente?

2 comentários:

  1. Ena! Apanhou-me agora desprevenido. Até ao Poço do Bispo ainda o eléctrico ia, mas dali para diante ainda me perco pela Centieira.
    Cumpts.

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  2. Nessas duas (mas isso já deve saber) vão a fábrica de Braço de Prata e a Sacor.
    A orla do rio foi toda alinhada desde o Tereiro do Paço aí pelos anos 40, creio. Deu na Matinha, na Sacor, na lixeira de Beirolas e no polvilhado industrial que baptizou alguns lugares (Baptista Russo), mas que hoje bate em retirada. Dos velhos olivais brotaram os Olivais e Moscavide de cimento. Menos mal os Olivais, fruto de notável planeamento urbano (e social). As quintas, lamentavelmente, é que foram com isso tragadas.
    O Carlos da Maia também chegou a demandar estas paragens...
    Cumpts.

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