sábado, 10 de março de 2007
sexta-feira, 9 de março de 2007
Olissipografia 2: recordar a Quinta do Biaggi ou dos Palmela (ao pé do Rato)...
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00:10
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quinta-feira, 8 de março de 2007
Já estive em Florença em busca deste cenário...
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23:49
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Baedeker's


Será que o nosso austero Jansenista aprecia estas peças do tempo em que ainda se fazia turismo de polainas? Ver tudo aqui.
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23:36
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I. Berlin vs I. Berlin?
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11:28
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Stirb Nicht Vor Mir...
"Die nacht öffnet ihren schoß
Das kind heißt einsamkeit
Es ist kalt und regungslos
Ich weine leise in die zeit
Ich weiß nicht wie du heißt
Doch ich weiß, dass es dich gibt
Ich weiß, dass irgendwann
Irgendwer mich liebt
He comes to me every night
No words are left to say
With his hands around my neck
I close my eyes and pass away
I don´t know who he is
In my dreams he does exist
His passion is a kiss
And i can not resist
Ich warte hier
Don´t die before i do
Ich warte hier
Stirb nicht vor mir
I don´t know who you are
I know that you exist
(stirb nicht)
Sometimes love seems so far
(ich warte hier)
Your love i can´t dismiss
Ich warte hier
Alle häuser sind verschneit
Und in den fenstern kerzenlicht
Dort liegen sie zu zweit
Und ich, ich warte nur auf dich
Ich warte hier
Don´t die before i do
Ich warte hier
Stirb nicht vor mir
I don´t know who you are
I know that you exist
(stirb nicht)
Sometimes love seems so far
(ich warte hier)
Your love i can´t dismiss
Stirb nicht vor mir"
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quarta-feira, 7 de março de 2007
Das raposas e dos ouriços de Isaiah Berlin
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23:03
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terça-feira, 6 de março de 2007
Academia Independente...
Estaria a sonhar ou o ex-primeiro-ministro-português-que-julga-que-chegará-a-presidente-no-futuro esteve para fazer parte do ilustre corpo docente da Universidade Independente? Estaria o mesmo disposto a abdicar da consultoria na EDP para acumular funções nesta Escola ao Parque das Nações? O que se faz por dinheiro...
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01:38
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Presentes caboverdianos 4
Para a nossa Miss Pearls fazer deste pequeno punhado de moedas de ouro espanholas, encontradas ao largo de Cabo Verde, uma peça única do mais fino luxo a que estamos habituados...
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00:53
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Recordando Eugénio Tavares
As causas deste meu exílio, tu que me conheces, tu as sabes: foste testemunha das monstruosidades que emborcaram sobre o meu nome o córrego lodoso duma calúnia inaudita.
Começou tarde, mas sempre começou, entre nós, na atmosfera viciada da administração colonial, o desvendamento da Justiça. Desvendada ela, a Deusa, poder-se-á não mais escolher as vítimas, senão descobrir os criminosos.
Crente então na justiça de Deus, as mais estupendas, as mais mostruosas infâmias pareciam-me fatalidades orgânicas, dejectos da vida, detritos cuspidos pela máquina social no seu funcionamento.
À tardinha, quando o cinzento perfil da ilha se diluiu no roxo do horizonte, desci à câmara, estendi-me num beliche e me pus a revolver na ferida da minha dor o punhal lacerador da saudade."
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00:27
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segunda-feira, 5 de março de 2007
Ultimate Painting

Nem tudo o que parece é... Aprecie-se o cinzento dominante, que deixa de o ser para tomar uma forma de cruz...
[Ad Reinhardt. (American, 1913-1967). Abstract Painting. 1963. Oil on canvas, 60 x 60" (152.4 x 152.4 cm). Gift of Mrs. Morton J. Hornick. © 2007 Estate of Ad Reinhardt / Artists Rights Society (ARS), New York]
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22:07
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domingo, 4 de março de 2007
sábado, 3 de março de 2007
"Tour" insular bizarro
A viagem para o Sal demorou sensivelmente trinta e cinco minutos, num avião a hélices, paradoxalmente mais seguro que o Airbus 727. A chegada de madrugada e a espera de seis horas pela ligação para Lisboa impulsionou-me para fazer uma visita por aquela ilha, que é destino de férias de muitos portugueses. Confesso que não sou adepto desse tipo de turismo, nem de carneiradas. Por outro lado, considero redutor o facto de alguém passar uns dias de férias nos chamados "resorts", que mais parecem prisões (por vezes, nem mesmo douradas) em que a "malta" é logo "condecorada" à chegada com umas pulseiras (quase electrónicas) e é obrigada a permanecer, nos dias pré-fixados pelas agências de viagens, intra-muros. Ali faz-se de tudo, e as diferenças entre aquele espaço e um curral são muito pequenas. Ora, corre-se, come-se as mais variadas refeições, faz-se ginástica, dorme-se, engata-se, arrota-se - e com o pormenor de ser tudo ao mesmo tempo. Digamos que a vida na fauna animal será mais animada, porque não está confinada intra-muros, salvo se falarmos num jardim zoológico.
Consciente destas limitações e não obstante já estar deformado quanto a este tipo de destinos, quis ver de perto esse fenómeno que tanto se fala. Como tinha um contacto nessa ilha telefonei-lhe e combinei encontro. O desconhecimento da aparência física do mesmo, levou-me a que combinasse com ele um encontro com base no que tínhamos vestido. Eu, camisa azul e calças cremes e ele t-shirt encarnada e pick-up branco. Até daqui a dez minutos, disse ele, e eu aguardei.
De facto, ao fim de dez minutos lá tinha à minha espera um sujeito numa pick-up branca, mas sem a t-shirt encarnada. Pergunto-lhe se mudara de t-shirt e o indivíduo diz que sim e entro no carro. O dito guia era surfista e deu uma volta exímia à ilha do Sal, frisando os "hot-spots" de surf, inclusive apresentando-me ao campeão mundial de windsurf, que estava por lá. Fiquei impressionado com o facto de aquele ambiente não ter nada a ver com uma ilha caboverdiana - aquilo nada mais era que um cruzamento de Hawai com Jamaica, com a língua italiana como suporte, o que, para mim, é decepcionante - o que o turismo pode fazer é assustador, quando se trata e standardizar culturas suprimindo idiossincrasias populares.
No final do tour turístico agradeço ao dito homem e o mesmo pede-me quarenta euros, que paguei, estranhando o excesso, dado tratar-se de um contacto de um amigo. Já no aeroporto, recebo uma chamada de um senhor, que me pediu desculpa por não ter conseguido passar pelo aeroporto, como combinado telefonicamente, porquanto tivera um furo num pneu.
Sentido alguns calafrios na espinha, mas aliviado por não ter acontecido nada de especial, perguntei-me várias vezes quem seria aquele indivíduo que fez a volta comigo. A esta altura o mesmo deveria estar a gozar os quarenta euros pagos, à custa de uma troca de identidades. A ilha do Sal não é Cabo Verde, é a terra da ilusão e do engano - e eu senti isso na pele...
à(s)
20:24
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